Indigo & Cristal

Indigo & Cristal
POR SERMOS ESPECIAIS
As crianças Índigo denunciam todas as estruturas fracas, frágeis e ultrapassadas existentes na sociedade actual. Com este trabalho os Índigo abrem caminho vibracional para os meninos Cristal. Estes continuarão depois o trabalho com energias mais subtis orientando o futuro de uma forma diplomata e amorosa.

Quando uma criança Índigo perde a ligação com a mãe Terra, perde o seu centro e por isso o seu equilíbrio. Deve nessa altura fazer uma meditação. Utilize sons da natureza para o ajudar a estabelecer a ligação o mais rápido possível. Repita o exercício várias vezes por semana e se possível sempre a mesma hora. Sobre tudo dê o exemplo, já que é por exemplo demonstrado que pode conseguir com paciência que este exercício passe a fazer parte integrante do dia a dia da criança ou jovem adolescente.

Uma criança Cristal perde o centro se exposta a situações que provocam o encerramento do chakra do coração, ou exposta a situações que perturbem gravemente o seu sistema emocional. Para equilibrar o seu sistema, este deve ficar mais tempo ligado à natureza.

A vibração índigo, centrada no 3º chakra tenta estar em contacto com tudo o que o rodeia e tem a capacidade de perceber tudo com verdade. A vibração Cristal quer deixar o individual e mudar para a perspectiva grupal, estão centrados no chakra do coração. A criança Cristal está centrada no coração por isso mais perto das emoções.

Tem um estreito contacto com tudo o que vive e se manifesta no planeta.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

AS NOSSAS CRIANÇAS INDIGO


São crianças tão terrestres como seus pais, a única diferença é sua tarefa espiritual de impulsionar mudanças na humanidade.

Os especialistas chamam estas crianças de crianças Índigo, e atribuem-lhes grande dose de intuição, inclusive telepatia, qualidades de prever o futuro, e até reconhecer a presença de seres etéreos como as fadas e os duendes que segundo alguns, nos rodeiam. Além disso, têm a capacidade de ver os espectros da luz, ouvir todos os tipos de sons, e apresentam uma relevante hipersensibilidade táctil. Como se isso fosse pouco, alguns ainda chegam ao mundo com o dom da cura.
 As crianças Índigo nascem em todas as classes sócio-económicas e caracterizam-se, basicamente, por possuir um novo estado de consciência mais evoluído que o da maioria das pessoas. Contudo, também existem certos traços físicos que distinguem estas crianças:

Podem ser magros, têm olhos grandes, geralmente canhotos ou ambidestros. Comem pouco, e inclusive, alguns são vegetarianos por não suportar a carne.
As crianças Índigo não aceitam a imposição nem a autoridade, recusam a manipulação, a falsidade e a desonestidade. Muito menos aceitam os velhos truques de disciplina baseados no medo e na culpa.
Existem palavras chaves durante o processo de ensino destes pequenos, que devem ser administradas de acordo com sua idade biológica, baseados nas Sete Leis Espirituais para os Pais. Por exemplo, até o primeiro ano de vida, os vocábulos essenciais são amor, afecto e atenção. Os bebés devem ser tocados, abraçados, sentir segurança e também é necessário brincar com eles.


Depois, entre o primeiro e o segundo ano, destaca-se os termos liberdade, respeito e estimulo. Durante esta etapa eles experimentam o desapego dos pais. Não se pode condiciona-los através do medo. Temos que evitar que a criança associe a dor, ao mal ou à fraqueza. Caso contrário, não haverá espaço para o crescimento espiritual.
Mérito, explorar e aprovar, são as palavras chaves entre os 2 e 5 anos. Época na qual o menor passa do Eu sou para o Eu Posso. Se for reprimido e não se sentir encorajado, ele será um adulto incapaz de enfrentar qualquer desafio. ~


Entre os 5 e 8 anos, a criança já assimila conceitos mais abstractos. Por isso podem ser administrados termos como: dar, repartir, aceitar, verdade e não julgar. Eles adoram dividir quando sentem amor. Mas se aprendem que para dar, é preciso perder algo, nunca saberão o verdadeiro significado da entrega. E quanto à verdade, devem aprender que vem acompanhada de um sentimento agradável e não como um precedente de um problema, caso fosse ocultada.
Depois, entre os 8 e 12 anos, agora não tão pequenos, eles aprendem como e porque funcionam as coisas. Nesta etapa as palavras chaves são: juízo, independência, discriminação e reflexão.

Reflita você também!

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