Indigo & Cristal

Indigo & Cristal
POR SERMOS ESPECIAIS
As crianças Índigo denunciam todas as estruturas fracas, frágeis e ultrapassadas existentes na sociedade actual. Com este trabalho os Índigo abrem caminho vibracional para os meninos Cristal. Estes continuarão depois o trabalho com energias mais subtis orientando o futuro de uma forma diplomata e amorosa.

Quando uma criança Índigo perde a ligação com a mãe Terra, perde o seu centro e por isso o seu equilíbrio. Deve nessa altura fazer uma meditação. Utilize sons da natureza para o ajudar a estabelecer a ligação o mais rápido possível. Repita o exercício várias vezes por semana e se possível sempre a mesma hora. Sobre tudo dê o exemplo, já que é por exemplo demonstrado que pode conseguir com paciência que este exercício passe a fazer parte integrante do dia a dia da criança ou jovem adolescente.

Uma criança Cristal perde o centro se exposta a situações que provocam o encerramento do chakra do coração, ou exposta a situações que perturbem gravemente o seu sistema emocional. Para equilibrar o seu sistema, este deve ficar mais tempo ligado à natureza.

A vibração índigo, centrada no 3º chakra tenta estar em contacto com tudo o que o rodeia e tem a capacidade de perceber tudo com verdade. A vibração Cristal quer deixar o individual e mudar para a perspectiva grupal, estão centrados no chakra do coração. A criança Cristal está centrada no coração por isso mais perto das emoções.

Tem um estreito contacto com tudo o que vive e se manifesta no planeta.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

COMO RECONHECER ÍNDICOS E CRISTAIS 3

Além disso, estar sentado numa secretária da escola por 6 horas por dia é visto como não mais do que treino para estar sentado numa secretária de escritório por 8 horas por dia ou mais, e a maior parte dos Índigos não têm interesse nesse caminho de vida.
Aulas de escolas modernas na África do Sul geralmente consistem de 30 ou mais crianças e de um (a) professor (a). O sistema trabalha porque as crianças aceitam ser controladas pelo (a) professor (a). No entanto, como mais e mais Índigos começam a dizer não, o sistema começa a falhar.
Talvez os Índigos nos estejam a ensinar que há maneiras melhor de ensinar. Talvez, além de algumas horas por dia de literatura e de competência matemática, a criança do futuro irá escolher projetos para serem realizados na comunidade sob a supervisão dos pais e professores. Estes podem ter uma orientação para a "vida real", e serem beneficiais para tanto o aluno como a comunidade. Entretanto mais e mais Índigos dizem não à educação escolar formal.
Histórias de Índigos:
Estas são todas experiências tiradas do meu trabalho com Índigos.
Eu conheci Alison quando ela tinha 15 e tinha desistido da escola. Era atraente, inteligente e sensível. Ela vinha de uma família afluente, sendo o pai dela um estimado praticante de medicina. Alison recusou-se absolutamente a ir para a escola e envolveu-se em drogas. Os pais dela, sem saberem como fazer frente a esta situação, foram forçados a permitir que ela deixasse a escola e de lidar com o seu problema de drogas e a sua rebelião. Ela foi posta num programa de desintoxicação de drogas. Ela queria estudar Reiki e Curar com cristais, mas era realmente muito imatura para ser uma curadora.
Eventualmente tornou-se uma modelo, e conseguiu trabalho em Nova York e Tókio. Ganhou altas somas de dinheiro e foi capaz de viajar pelo mundo. Como é atraente, nunca teve falta de companheiros na vida. Como é que alguém diz a uma Índigo como a Alison que ela precisava ir para a escola? Ela simplesmente não foi. Ela foi capaz de viver uma vida para além do que muitas pessoas ambicionam sem ter de passar anos na escola e na universidade. Isto é típico dos Índigos: elas decifram o sistema e depois o usam de modo a que lhes seja vantajoso em vez de serem controlados por ele.
O Peter, por outro lado, entrou numa grande depressão no seu ano final de escola. Ele desistiu, não por causa da pressão escolar, mas porque era capaz de ver a futilidade e a ilusão do sistema escolar. O pai dele opôs-se, mas a mãe com quem ele vivia, estava disposta a que ele continuasse a sua viagem.
Depois de muitos meses a lidar com a sua depressão, o Peter decidiu não voltar à escola, mas em vez disso decidiu optar por um diploma técnico para o qual não precisava de um diploma escolar. Esta opção deu-lhe tempo para pesquisar os seus outros interesses na vida - curas alternativas e estilos de vida mais saudáveis.
Uma história mais trágica é a da Jamila, uma rapariga jovem asiática sul-africana que também desistiu no seu ano final escolar. No caso da Jamila, os seus pais eram pessoas de sucesso acadêmico, e na realidade a Jamila cedeu à pressão para se desempenhar bem, e também à fúria suprimida que tinha aos seus pais pela ausência da sua vida enquanto em busca das suas carreiras. Ela é imensamente dotada, sensível, e amorosa, como também bonita. Mas ela desenvolveu um distúrbio alimentar como um aviso que nem tudo estava bem no seu mundo.
Infelizmente os seus pais adotaram o estilo tipo "a criança é o problema", e tentaram achar alguém para a "curar". Eles não conseguiram perceber que era o seu próprio comportamento e o sistema em que eles prosperavam que era prejudicial a sua filha e à sua maneira gentil e sensível de viver.

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