Indigo & Cristal

Indigo & Cristal
POR SERMOS ESPECIAIS
As crianças Índigo denunciam todas as estruturas fracas, frágeis e ultrapassadas existentes na sociedade actual. Com este trabalho os Índigo abrem caminho vibracional para os meninos Cristal. Estes continuarão depois o trabalho com energias mais subtis orientando o futuro de uma forma diplomata e amorosa.

Quando uma criança Índigo perde a ligação com a mãe Terra, perde o seu centro e por isso o seu equilíbrio. Deve nessa altura fazer uma meditação. Utilize sons da natureza para o ajudar a estabelecer a ligação o mais rápido possível. Repita o exercício várias vezes por semana e se possível sempre a mesma hora. Sobre tudo dê o exemplo, já que é por exemplo demonstrado que pode conseguir com paciência que este exercício passe a fazer parte integrante do dia a dia da criança ou jovem adolescente.

Uma criança Cristal perde o centro se exposta a situações que provocam o encerramento do chakra do coração, ou exposta a situações que perturbem gravemente o seu sistema emocional. Para equilibrar o seu sistema, este deve ficar mais tempo ligado à natureza.

A vibração índigo, centrada no 3º chakra tenta estar em contacto com tudo o que o rodeia e tem a capacidade de perceber tudo com verdade. A vibração Cristal quer deixar o individual e mudar para a perspectiva grupal, estão centrados no chakra do coração. A criança Cristal está centrada no coração por isso mais perto das emoções.

Tem um estreito contacto com tudo o que vive e se manifesta no planeta.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

CRONOLOGIA DAS ERAS

Como cada era dura em torno de 2.000, então a cada 26.000 anos termina um ciclo e se inicie outro. Assim sendo, por certo a humanidade possivelmente já vivenciou milhares de ciclos, e consequentemente características a repetição periódica de ciclos. Na verdade, se a civilização tivesse menos de 26.000 anos, como preceituam algumas religiões e a própria ciência, é que se poderia dizer que esta seria a primeira vez que a humanidade está sob a influência do atual signo de aquários, por exemplo, mas, na verdade, ela existe há um incalculável número de anos. Mesmo que a ciência negue isso, há registros que endossam a tese de que ela já existe na terra milhões de anos. Prova disso é a existência de pegadas de calçados humanos encontrados substrato carbonífero (depósito de carvão mineras) que
foram formadas na Era Terciária, portanto há muitos milhões de anos. Também já se encontrou fóssil de dinossauro apresentando um furo, que examinado por técnicos em balística afirmam provocado por um tiro de arma de fogo, isso mostra que seres humanos conviveram com aqueles animais, a não ser que fosse feito por caçadores vindos de outros planetas, o que também é uma aberração para a ciência. Há muitos desenhos – petógrifos – encontrados em paredes de pedra de cavernas feitos por nativos pré-históricos. Sendo assim, se indaga, como eles poderiam saber da existência dos grandes repteis, se o homem só houvesse aparecido milhões de anos depois? Se eles desenharam é porque de alguma forma tinha conhecimentos dos dinossauros. É de se interrogar, o homem pré-histórico tinha conhecimento daqueles animais que somente nos dois últimos séculos veia ao conhecimento da paleontologia da era dos dinossauros depois deles se a ciência atual somente nos últimos séculos foi que a ciência disso? No máximo, nativos poderia haver encontrado muitos fósseis e reapresentá-los, mas ocorre que o eles desenharam foram animais completos, o que a paleontologia atual somente. A primeira reconstituição a partir de ossos só veio a ser feita recentemente, a partir dos estudos de e Cuvier. Será que os nativos pintores de cavernas sabiam da existência deles, conheciam a ciência da reconstituição a partir de ossos fossilizados? Não, a não ser que tivessem conhecimento de paleontologia, ou que houvessem convivido com aqueles animais. Existem muitas outras provas da imensa antiguidade, que evidentemente são negadas ou “esquecidas” pela ciência oficial.
Mesmo a civilização da Atlântida, com certeza, atravessou mais de um ciclo, o atual. A precessão dos equinócios já se fez sentir incontável inúmero de vezes. Mesmo quando ainda não havia a humanidade seus efeitos já se faziam sentir em nível sideral, planetário, ambiental. Muitas transformações ocorridas nos seres, até mesmo o surgimento e desaparecimento de espécies, pode haver sido casado pelo signo predominante.
(Seguidamente se irá transcrever as características dos signos zodiacais, mas queremos dizer que somente referentes ao atual ciclo.)
Assim, por exemplo, qualquer das eras desse ciclo já ocorreu no passado, e deixaram suas características. Vale salientar que a manifestação de um signo não ocorre exatamente com em um anterior, e nem como se manifestará no ciclo seguinte, isso porque muitas características dependem de condições de muitas naturezas tanto físicas quanto genéticas, etc. Aguardam-se grandes transformações espirituais para essa era, algumas delas afetando as pessoas diretamente e outras o planeta como um todo e que não ocorreram em ciclos anteriores.
 

TRANSCRIÇÃO:
“A Magia da Civilização Egípcia é especial e única no mundo. Seus conhecimentos sobre o
mundo dos mortos e dos mistérios dos céus tornaram os egípcios os verdadeiros precursores da Era de Aquarius. Afinal, o nascimento do Egito ocorreu num signo de AR, assim como a Era na qual estamos entrando agora”. 

“Sacerdotes de antigas civilizações descobriram um aspecto celestial muito curioso. Eles observaram que a Estrela do Norte trocava de posição constantemente e, após 25.750 anos aproximadamente, ela voltava para sua posição "original", num processo cíclico. A causa fundamental desta troca de posição é o giro que a Terra faz sobre seu próprio eixo (que tem uma inclinação de 23º 27'), num movimento conhecido como precessão dos equinócios. Esse movimento é lento e leva, mais ou menos, 25.750 anos para completar um ciclo”.
“Um determinado signo é atravessado a cada 2.146 anos (25.750 anos dividido por 12 signos) e durante esse período (ou era astrológica), o signo em questão influencia toda a humanidade.”.
Esotericamente, cada era astrológica teve seu Avatar, ou grande mensageiro, que trouxe uma nova filosofia de vida para o momento. O Avatar da era de Touro foi Krishna, o de Áries foi Moisés (ou Akhenaton) e o de Peixes foi Jesus. Vários povos esperam a vinda de um salvador para esse final de milênio, um Avatar que comandará o Juízo Final, eliminando todos os vícios da antiga civilização (era de Peixes) e preparando o terreno para um novo mundo (era de Aquarius). “Esta idéia ainda é reforçada pelos cristãos que esperam novamente a vinda de Jesus”.
“Se considerarmos que cada era teve seu Mensageiro Divino, a era que inicia agora (Aquarius) também terá o seu. Os sinais de sua chegada já estão no AR”.

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