Indigo & Cristal

Indigo & Cristal
POR SERMOS ESPECIAIS
As crianças Índigo denunciam todas as estruturas fracas, frágeis e ultrapassadas existentes na sociedade actual. Com este trabalho os Índigo abrem caminho vibracional para os meninos Cristal. Estes continuarão depois o trabalho com energias mais subtis orientando o futuro de uma forma diplomata e amorosa.

Quando uma criança Índigo perde a ligação com a mãe Terra, perde o seu centro e por isso o seu equilíbrio. Deve nessa altura fazer uma meditação. Utilize sons da natureza para o ajudar a estabelecer a ligação o mais rápido possível. Repita o exercício várias vezes por semana e se possível sempre a mesma hora. Sobre tudo dê o exemplo, já que é por exemplo demonstrado que pode conseguir com paciência que este exercício passe a fazer parte integrante do dia a dia da criança ou jovem adolescente.

Uma criança Cristal perde o centro se exposta a situações que provocam o encerramento do chakra do coração, ou exposta a situações que perturbem gravemente o seu sistema emocional. Para equilibrar o seu sistema, este deve ficar mais tempo ligado à natureza.

A vibração índigo, centrada no 3º chakra tenta estar em contacto com tudo o que o rodeia e tem a capacidade de perceber tudo com verdade. A vibração Cristal quer deixar o individual e mudar para a perspectiva grupal, estão centrados no chakra do coração. A criança Cristal está centrada no coração por isso mais perto das emoções.

Tem um estreito contacto com tudo o que vive e se manifesta no planeta.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

O DOM DA CREAÇÃO

Na palestra anterior demos ênfase à Creação afirmando que a rigor não existe creação e sim manifestação do “È”. A creação é uma manifestação da Mente que por ser limitada não percebe a totalidade do “È”, e por isso ela fraciona e distribua o “È” como se fossem peças de um mosaico, coletânea de quadros de um filme. Aquilo que chamam de creação cósmica a rigor resume-se a uma manifestação Cósmica. Evidentemente o universo quer seja material ou mera ilusão – artifício da mente – mesmo assim tem um  Creador Superior que fez, ou faz surgir o universo material. O ponto importante é entender que Ele, na realidade, não criou coisa alguma, portanto o Cosmo não teve um Creador, isso porque ele não é “algo criado”, mas sim algo manifestado, portanto, uma auto-manifestação em nível de percepção. O mundo de um ser compreende aquilo que ele percebe a partir da própria existência eterna, do “E”. O Cosmos é a soma de todas as percepções de todos os seres, e, como o “E” é infinito, então aquilo que chamam de creação é um estado perceptível e que continua sem interrupção, pois Infinito não tem limite. Tudo quanto há são percepções dos seres. O universo é uma fusão de percepções que se manifestam gerando o sentido de mundo. Tudo quanto se percebe afora Ele, são sombras de seres que Ele criou. Essa realidade é explicada da seguinte maneira pelo grande estudioso islâmico Iman Rabani: “Deus... a substância dos seres que Ele criou é o inexistente... Ele criou tudo no âmbito dos sentidos e ilusões... A existência do universo é no âmbito dos sentidos e ilusões, e não é mat4erial... Na realidade nada existe fora com exceção do Glorioso Ser que é Deus”. O homem é condicionado, desde seu nascimento, a pensar que o mundo em que vive é uma realidade absolutamente material, mas isso não é verdade, não se trata de uma coisa e sim de uma forma de perceber. O homem cresce sobre o efeito desse condicionamento o que faz com que tudo em sua vida esteja baseado nesse ponto de vista. As descobertas da ciência moderna, entretanto, revelaram a completa diferença entre a realidade significativa e o que é presumido. A maneira da percepção pessoal é quem dita o mundo, quando há compartilhamento o mundo parece comum aos compartilhantes, mas sempre em partes porque a percepção nunca é exatamente a mesma entre duas pessoas e menos ainda entre seres distintos. O quanto é compartilhada faz com que “coexistam” em um mesmo mundo, mas sem que isso indique que o mundo deles é uma totalidade absoluta, e sim uma totalidade parcial. A expressão “Dom da Creação” é imprópria, pois coisa alguma é criada. Sendo assim, o correto é se dizer “Dom da Manifestação”. Como creador o homem jamais deve ser considerado, nem mesmo Deus pode sê-lo, o que Lhe é dado como poder é o da Manifestação. Dizer que Deus não é creador não o denigre absolutamente em nada, bem pelo contrário, é considerá-Lo como um Todo, pois tudo quando há ou possa vir a haver já é parte integrante Dele. Para ser Absoluto Ele deve conter tudo, como infinito nada pode ser tirado nem acrescentado. Se Ele creasse é claro que deveria a partir do que ou de onde que não fosse Ele mesmo, para atender a essa condição. Mesmo crear a partir do nada ainda assim teria que existir um “fora do Creador”.
Mesmo os seres não são diferentes da existência do mundo, todos são ilusões da mente, frações em nível de percepção, pois ela não podendo perceber o todo como tal, o percebe como descontinuidades aparentes. “Assim como é em cima é em baixo”, portanto ninguém pode crear mundos objetivos, mas pode criar infinitos mundos relativos e essa é exatamente a meta que todo místico desenvolvido deseja, poder criar mundos segundo todo o seu intento. Criar um mundo é escolher um conjunto de opções pré-existentes no “E”. Este colossal universo no qual acreditamos viver ainda é algo limitado, ele não foi creado, seja por quem for, apenas é o resultado de uma escolha de variantes dentro das infinitas possibilidades do “E” a existência única percebida ainda limitadamente.
Considere hipoteticamente um “filme” ilimitado, que contivesse tudo o que existe. Separasse esse filme em seus “quadros” constitutivos, picasse o filme por não poder vê-lo no todo. (é isso exatamente o que faz a Mente). A mente diante daquele colossal mosaico “escolhesse” certo número de quadros e com eles montasse um conjunto perceptivo. Esse seria o mundo daquela pessoa. Assim se indaga quantos mundos pode ser criado dessa forma? – Talvez um número infinito deles. O que estamos estudando é significativo na elucidação do que o Hermetismo afirma no tocante ao Primeiro Princípio: “O mundo é mental”. O Primeiro Princípio apenas afirma que o mundo é mental, mas não que ele seja uma estrutura física e que haja sido criado como tal. Diz apenas que ele é uma ilusão mental, algo como uma imagem holográfica. O Principio do mental ismo não diz existir dom de creação e sim de percepção da existência. Nem ao menos se pode dizer que isso seja um dom, pois é algo comum a todos os seres que convivem na terra. Portanto, se trata de uma condição comum e não de um dom. Por outro lado, a capacidade de modificar a percepção e conseqüentemente fazer surgir outros mundos mentais, pode ser um dom, portanto que pode variar de pessoa para pessoa. Esse é o verdadeiro sentido de creação mental. Nenhumapessoa creou este mundo, ele é apenas um limitado somatório de percepções. Se ele parece comum para miríades de seres é porque os elementos constitutivos dele foram compartilhados por todos, mas, mesmo assim ele não é exatamente igual para todas as pessoas. Pode-se modificar esse modelo, mas é possível acessar componentes diferentes e assim formar um mundo. Esse é um processo mágico por excelência, a creação de mundos. A pessoa tem o poder latente de criar quantos mundos quiser, basta para isso saber o “modus faciendis”. Esse processo consiste na manipulação das bases da creação: Pensar, sentir, poder, imaginar, concentrar – visualizar, querer e agir.
Um dos itens mais importante se crear é ter suficiente energia, ser um “homem de poder” – poder pessoal. Quando a pessoa tem grande acúmulo de energia ela pode transformar muitas coisas, e por isso consegue mesmo espontaneamente manifestar aptidões inusitadas. Muitas pessoas têm dons parapsicológicos e isso ocorre porque de alguma forma acumulou energia. Assim, a pessoa pode criar mundos segundo o seu desejo. Na verdade todas as pessoas criam mundo, mas de forma aleatória e independente de um propósito definido, isso é o que ocorre num sonho. O sonho é uma creação mental, mas no comum é sem controle da vontade da pessoa, embora que uma pessoa que tenha suficiente domínio
possa direcionar o sonho. O vivenciar um sonho não é algo diferente de vivenciar o “mundo de vigília”, ambos podem, em tese, ser considerados sonhos – estados oníricos – pois não há diferença essencial entre um mundo sonhado e o mundo vivenciado. Sonho é tão somente um aspecto de creaçao mental.

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